Quando eu era criança, vivia correndo para todos os lados. Tinha uma pequena árvore que eu sempre trombava nela. Certo dia peguei um facão e resolvi cortá-la, assim eu resolveria a minha indignação. Quando fiz o primeiro corte, com estranheza percebi que da sua haste brotou uma pequena quantidade de líquido que variada do incolor para o avermelhado, aquela variação de cores me incomodou pois não parecida água, pareceia mais com lágrimas de um choro profundo. Naquele momento me sentindo arrenpendido resolvi não cortá-la mais. Por muito tempo fiquei sem passar por aquela estradinha, até que um dia coincidentemente eu voltei a passar por alí. Qual não foi a minha surpresa, aquela pequena árvore tornou-se uma frondoza árvore frutífera, sentei na saliencia de suas raízes, e fiquei pensando como Deus projeta a vida e protege seres inocentes. Olhei para o alto e próximo à um de seus galhos lá estava a cicatriz do corte que eu havia feito, dele brotou uma gota de água. Fiquei embevecido e dos meus olhos caiu uma lágrima. Seus galhos balançaram, uma folha caiu e também um delicioso fruto. Sorri e agradeci à Deus, pois um milagre havia acontecido.